mulheres são fortes

Terminei a leitura do livro: Um teto todo seu, de Virginia Woolf, faz alguns dias. Estou buscando conhecer um pouco mais sobre a história das mulheres, a minha – nossa na verdade. Um passado de dor, luta e também conquistas. A nossa história jamais será uma lenda, a história das mulheres é difícil de ser imaginada. Iniciei a leitura logo em seguida – para não perder o “embalo” – do livro: O conta da Aia, de Margaret Atwood – confesso que levei um susto – cheguei a me questionar se já não estaríamos vivendo como essas mulheres descritas no livro, depois da leitura penso em assistir a adaptação feita para o cinema – há filme e série. Me removi das redes sociais neste final de semana – preciso de pausa – têm muito o que ser ajustado aqui dentro. Aproveitei o off-line e apertei o play na série Maid, da Netflix, mais uma história sobre a vida das mulheres, que história. O que passaram, o que passamos e o que ainda iremos passar por sermos mulheres? Somos fortes, nossas ancestrais lutaram por nós e nós estamos lutando por aquelas que virão. Há um nó difícil de desatar, o patriarcado, sempre imbricado em nossa história. Espero que não seja apenas um desejo utópico – desfazer esse laço apertado da nossa garganta. Que sigamos fazendo a nossa história. Mulheres são fortes – não tenho a menor dúvida.

Na netflix

O Alienista, série da netflix, é bem perturbadora. Há uma frase, não sei em qual episódio, que me chamou atenção: “aqueles que estão dançando são apenas loucos para aqueles que não escutam a música”. Atribuem essa frase a Friedrich Nietzsche, filósofo, se é verdade não posso atestar. O que eu sei é que às vezes sou aquela que dança e às vezes sou aquela que não escuta a música. Assim sigo.

Na Netflix

O Alienista, série da netflix, é bem perturbadora. Há uma frase, não sei em qual episódio, que me chamou atenção: “aqueles que estão dançando são apenas loucos para aqueles que não escutam a música”. Atribuem essa frase a Friedrich Nietzsche, filósofo, se é verdade não posso atestar. O que eu sei é que às vezes sou aquela que dança e às vezes sou aquela que não escuta a música. Assim sigo.